Série NDM: Calamidade nos Ônibus de São Gonçalo

Na série de reportagens o NDM aborda o precário estado de conservação do Transporte Público na Baixada e São Gonçalo.

Por MAURICIO JUNIOR / REDAÇÃO NDM 29/11/2017 - 00:11 hs
Foto: REPRODUÇÃO / GOOGLE IMAGENS
Série NDM: Calamidade nos Ônibus de São Gonçalo
COLETIVOS DE SÃO GONÇALO DEIXAM A DESEJAR

RIO NDM ONLINE - Os usuários  de ônibus de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, tem muitas queixas em relação a qualidade dos serviços prestados por empresas do setor de Transporte de Coletivos no Município. A tarifa é considerada alta por quem o utiliza. Quem faz uso não tem o retorno minimo de conforto — reclamaram passageiros à reportagem do NDM Online

A tarifa é um dos principais calcanhares de aquiles em São Gonçalo, sendo inclusive alvo de manifestações por parte de quem os utiliza. A meses atrás, no dia 18 de Janeiro no inicio de 2017, um reajuste provocou a irá de usuários dos coletivos na cidade, e terminou com protestos marcado convocado pelas redes sociais. 

O reajuste sancionado pelo prefeito da cidade José Luiz Nanci (PR), foi de 14,49% — indo de R$ 3,45 para R$ 3,95. Nos veículos intermunicipais, além de o valor da tarifa ter subido 6,99%, ainda houve acréscimo de R$ 0,27 referente aos acessos gratuitos.

Os moradores da região dizem pagar alto pelo serviço e não observam investimentos nas linhas por parte das empresas. Ônibus sujos, com acentos quebrados e com o verão chegando, para pior sem ar condicionado. Esse é o retrato do quadro em São Gonçalo, que os usuários dizem que precisa ser mudado urgente! 

— É muito ruim a prestação de serviços aqui em São Gonçalo, as empresas fazem o que querem, e a nós cabe apenas o direito de pagar. Assim é mole! Reclamou o universitário João Carlos de Brito (25), morador de Alcântara. Outra passageira reclamou das condições em que os coletivos municipais se encontram. 

— Vocês precisam vir aqui conferir as condições, dar meu depoimento pela internet é meio vago. Bancos quebrados em grande parte dos ônibus, sujeira, péssimo estado de conservação e no verão sofremos porque a maioria não ter ar. Explicou Katia Regina (38), residente do Mutondo.

Essa reportagem faz parte da série: "Calamidade nos Ônibus da Baixada e Região Metropolitana", que mostra o dia a dia de passageiros ao utilizar o transporte público em suas cidades. 

*Produção Jéssica Azevedo, Iasmim, Ana Machado e João Maciel. Edição Mauricio Junior.

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ENTENDA SOBRE A LEI DE APRENDIZAGEM

A Lei da Aprendizagem, por meio da lei de número 0.097/2000, juntamente com o decreto Federal nº 5.598/2005, determina que as empresas de médio a grande porte devem possuir uma porcentagem equivalente a 5% e 15% de jovens aprendizes em trabalho e/o estágio, sendo que estes demandem alguma função dentro da empresa.

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